quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

COMIDO PELO OFFICE BOY (a marca do dono) - 34

Sequencia de (sem pensar no amanhã) - 33 ....................O barulho na porta fez com ele voltasse a cabeça para o lado, tentando ver o que estava acontecendo. O amante vinha se aproximando, só de cueca, com um rolo de fita adesiva na mão. Chegando perto da cabeceira da cama, abriu um sorriso enigmático, enquanto acariciava o rosto branco, de pele tão lisinha, cuidadosamente barbeado. Em seguida foi tirando a cueca, que rapidamente embolou enfiando dentro da boca do indefeso parceiro, imediatamente selada com a fita adesiva. De olhos arregalados, Renato entendia cada vez menos o que estava acontecendo. Só ouviu os passos pesados descendo rapidamente as escadas para novamente na correria retornarem ao quarto. Outra vez com a cabeça para o lado, o passivo pode ver algo que realmente lhe arregalou os olhos: Totalmente nu, com o pau duro apontando para cima, o negro se aproximava, agora com uma haste de cabo de madeira, cuja ponta brilhava em brasa. As tentativas de se defender foram inúteis. Aquele macho sabia bem como usar as cordas, e qualquer movimento se mostrava impossível. Gritar também estava fora de cogitação, tal a firmeza da mordaça, que permitia apenas alguns grunhidos. Se já era indefeso nas mãos do seu dono, agora então o empresário se encontrava totalmente a sua mercê. E foi assim que ele sentiu o calor se aproximando do seu corpo, aumentando o desespero...........................

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domingo, 16 de novembro de 2008

Comido Pelo Office Boy (sem pensar no amanhã) - 33

Sequencia de (novas sensações 2) - 32
Igor comia Renato o dia inteiro. O loirão estava vivendo um final de semana de lua de mel, procurando não lembrar que na terça feira seu dono estaria de volta. Claro que mesmo à distância o boy mantinha marcação cerrada. O celular tocava toda hora, às vezes nos momentos mais inoportunos. Ainda assim o empresário corria para atender, sempre tenso, e procurava se distanciar. O morenão, bem discreto, deixava-o a sós, já imaginando que devia ser o tal das roupas que tinha visto no quarto. Além de ser mais compreensivo do que os caras que Renato vinha se habituando a ficar, também sabia que naquela situação ali ele é que era "o outro".
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sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Comido Pelo Office Boy (novas sensações 2) - 32

Sequencia de (novas sensações 1) - 31 - Me convida prá entrar...?
A voz grave sai rouca de desejo enquanto, de olhos abertos encarando seu homem indefeso, o macho reinicia o beijo. A cabeça de Renato gira, nunca tinha sentido isso. Como sempre perdido nos seus devaneios vai se deixando guiar novamente por alguém que acabou assumindo o comando da situação.
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domingo, 28 de setembro de 2008

Comido Pelo Office Boy (um é pouco, dois é bom) - 30

Seqüência de (a vida continua) - 29

Renato já não sabia mais o que significava para o seu macho. Mesmo depois de tanto tempo passado desde o flagrante com Claudiney, parece que tinha se convertido mesmo somente em um empregado e depósito de porra. Nunca mais os beijos apaixonados, os carinhos ardentes, o olhar de desejo do seu homem. Trabalhava feito um condenado, cumprindo jornada dupla no escritório e em casa, dormia sem conforto no quartinho de cama pequena em relação ao seu tamanho e quando levava as pistoladas do garanhão eram trepadas a bem dizer, burocráticas. Embora fosse um homem cuja marca era o otimismo, vinha perdendo as esperanças de uma reconciliação. Sempre divagando, ficava se perguntando: E se não houvesse reconciliação? Aquela seria a sua vida para sempre? Onde e como visualizar perspectivas de mudanças?

Ainda bem que os pensamentos não lhe ocupavam as mãos. Corria de um lado para o outro na cozinha, enquanto ouvia o barulho do chuveiro ligado. Já tinha deixado a roupa separada e a mala pronta em cima da cama. Clayton tinha comunicado que ia viajar esta noite. Pela primeira vez em tanto tempo o empresário teria de volta as chaves da casa, já que precisaria se locomover para a empresa. Absorto em suas divagações e na preparação do lanche que o boy mandou fazer, ouviu a campainha tocar duas vezes. Só então se deu conta que poderia abrir. Parece que tinha até se desacostumado. Apreensivo, girou a chave na fechadura e puxou lentamente a porta, com algum receio. O espanto fez com que recuasse dois passos para trás. Diante dele, também espantado e constrangido, André, o advogado professor ensaiou um sorriso enquanto gaguejava:

- Desculpa Renato... Eu não sabia que ia te encontrar aqui... O Clayton mandou que eu viesse buscá-lo para levar para o aeroporto...

O loirão estava sem fala. Quer dizer então que os dois continuavam a manter uma relação?

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quarta-feira, 25 de junho de 2008

Comido Pelo Office Boy (o início) - 1

Renato é um executivo em ascenção. 40 anos, branco, cabelos castanhos claros, olhos verdes, 1.88 de altura, 80k, recem casado e pai de uma criança. Sócio de uma empresa de consultoria, a vida tem sido boa com ele.
Na ultima quarta, mais uma vez ele foi o último a permanecer na empresa. Sentado na sua sala, absorto com um arquivo que estava estudando, nem percebeu a chegada de Clayton, o novo office boy. Aos 19 anos, negro, 1.70, uns 65k, Clayton é o típico boy de periferia, com atitudes machistas e um jeito meio malandro no modo de andar e no comportamento. Propositadamente, Clayton bate a porta com força, fazendo Renato dar um pulo na cadeira, com o susto.
- Que isso, tá com medo doutor?
- Não, só assustei com o barulho mesmo, Renato fala, meio desconcertado com a presença do empregado ali naquela hora.
- Pois eu acho que o doutor devia ter ficado com medo sim... responde Clayton, olhando fundo nos olhos do patrão.
- Ah, claro, hoje em dia é tudo meio perigoso, você tem razão, eu deveria ter fechado a porta da frente, responde o patrão, tentando dar uma de desentendido. Imediatamente, Renato levanta-se da cadeira, mostrando o quase dobro do seu tamanho em relação ao boy e diz:
- Bom, por hoje chega, está na hora. Vamos indo que quero fechar tudo... Mal acaba de falar e sente a mão de Clayton em seu peito, impedindo-o de ir até a porta.
- Acho que não tá na hora não doutor, hoje vamos ter hora extra...
- Como assim... Renato tenta dizer, mas sente a mão forte do garoto pegando seu mamilo esquerdo e torcendo, fazendo com que ele solte um gemido involuntário. Ainda torcendo seu mamilo, o boy vai empurrando seu atonito patrão até o sofá, onde o empurra com força fazendo com que ele caia sentado. Rapidamente Renato tenta se levantar e é surpreendido com um tapa na cara, que o joga novamente de volta ao sofá, meio desnorteado.
- Eu falei que tem hora extra hoje, qual a parte você não entendeu? Clayton fala baixo, com um olhar cinico e sacana para Renato. O patrão ainda faz uma tentativa de manter a moral, mas ao tentar se levantar é pego pelos cabelos e tem sua cabeça puxada prá trás, com firmeza.
- Será que vou ter que falar de novo? Pergunta Clayton, a boca quase encostada no ouvido de Renato, que sente seu hálito cheirando a café e cigarro. O grandão começa a tremer e, como Clayton já esperava, pede temeroso:
- Por favor... não me machuca... o que vc quer de mim...? Sem dizer uma única palavra, o negro começa a beijar a boca de Renato com selvageria, enfiando a lingua dentro da sua boca, enquanto ele inutilmente tenta resistir empurrando com as duas mãos o peito do boy, que não se afasta um milímetro, como se o esforço de Renato fosse zero. Segurando o cabelo do patrão com uma mão, Clayton usa a outra para novamente tocar os mamilos de Renato por cima da camisa social, dando leves puxões. Surpreso, Renato sente seu corpo amolecer e se percebe gemendo, sentindo algo semelhante a tesão nas mãos daquele macho que o dominava. Clayton interrompe o beijo e olha para Renato com ar vitorioso e diz:
- Eu sabia que vc ia ser meu, seu loirão gostoso... Sentindo-se indefeso, Renato apenas olha o rosto do macho, o corpo amolecido meio deitado no sofá. Clayton não perde tempo e vai acabando de deitar sua presa, jogando seu corpo por cima, retomando o beijo selvagem, ao qual agora a única reação de Renato são leves gemidos. Percebendo o loirão completamente deitado no sofá, Clayton puxa os dois lados de sua camisa, fazendo os botões voarem pela sala, deixando o peito do empresário nu. Renato tenta uma reação, procurando fechar a camisa, mas Clayton segura seus pulsos e abre seus braços, deixando o peito branquinho e meio cheinho totalmente a sua mercê. Sem perder tempo, cai de boca mamando o peito de Renato como ser fosse de uma femea. Renato se contorce, geme alto, e tenta livrar os braços, sem sucesso. Seu peito já está vermelhinho e todo molhado da saliva daquele que agora estava se tornando seu macho.
- Me solta, tá me machucando... geme Renato, inutilmente se contorcendo tentado livrar os braços das mãos fortes do negro, que o encara dizendo:
- Olha viado, estou perdendo a paciencia com vc. Em seguida, junta as duas mãos do empresario acima da cabeça, junta seus pulsos e segura usando somente uma mão. Com a outra, dá uma sonora bofetada em Renato, que vira o rosto com um gemido. Em seguida, a boca do boy volta a mamar os peitinhos já doloridos do outro, que não ousa mais fazer nenhuma reclamação.
Soltando Renato, Clayton agora vai até seus pés, e começa a tirar seus sapatos sociais. Renato permanece imovel deitado no sofá, já ciente da sua condição de submissão. Ao tirar as meias pretas, Clayton se depara com aquele pé branquinho e bem tratado, algo delicado, mesmo sendo numero 43. O contraste com a mão negra que o segura pelo tornozelo dá mais tesão no boy, que dá uma lambida de fora a fora naquele pezão, arrancando um gemido da sua presa indefesa. Em seguida ele arranca as calças do empresário, que dá quase um grito, assustado, deixando-o só de cueca, neste dia uma boxer preta, contrastando ainda mais com sua pele tão branquinha. Renato não é um cara malhado. Tem um belo corpo porém sem musculos definidos, um pouco mais macio mesmo, com uma leve, bem leve barriguinha. A bunda é um caso a parte, e na verdade, foi a chama que acendeu o office boy. Bunda grande, sempre bem marcada nas caras calças sociais do empresário. Segurando as grandes pernas de Renato pelos tornozelos, Clayton diz, com tesão, afirmando, sem deixar duvidas:
- É hoje que vou te comer doutor...
- Não... não... que isso... fala Renato, assustado, tentando puxar as pernas. Mas arregala os olhos quando vê o negro vindo por cima dele, com ar irritado, e já soltando outro tapa na cara.
- Parece que o negócio do doutor é apanhar né... fala, irritado, enquanto Renato geme indefeso, a marca vermelha da mão do boy no seu rosto branquinho. Subitamente carinhoso, talvez com remorso de ter batido com força, Clayton volta a beijar seu patrão, que surpreso mais uma vez sente o corpo arrepiar de tesão. Sem parar de beijar, Clayton vai abaixando a cueca de Renato, e depois puxa de uma vez pelos pés, deixando o empresário peladinho, o corpo muito branco em contraste com o sofá verde escuro. Sem perder tempo, o boy levantas as pernas brancas e longas de Renato e coloca em seu ombro, virando levemente a cabeça e dando mordidinhas nos pés branquinhos.
-É hoje... fala o negro, tomado pelo tesão, e começa a chupar o cu rosado de Renato, que descontrolado começa a gemer, tendo sensações que nunca tinha conhecido. Depois de bem molhadinho, Clayton posiciona seu pau negro naquele buraquinho rosa, e sem pensar duas vezes, começa a penetrar Renato.
- Ai... ai... para... grita o empresário, sentindo aquela geba negra abrindo com vigor suas pregas. Clayton ignora o seu pedido e vai entrando, determinado, naquela gruta que é objeto de suas punhetas desde que começou no emprego. Renato geme descontrolado, tem lágrimas nos olhos, mas sente o corpo relaxar qdo Clayton vem por cima e começa a beijar sua boca. Em pouco tempo, o que se ouvem são apenas gemidos, talvez de dor, mas certamente com prazer, do ex-hetero, ex-patrão, ex-virgem sendo comido com gosto por um maladro com metade da sua idade e do seu tamanho. Quando percebe que vai gozar, Clayton tira o pau de dentro do cu do loirão e dá um banho nele, deixando-o encharcado com sua porra. Renato está desfalecido no sofá, as pernas abertas, o cu arregaçado, o peito marcado de chupões e no rosto os cinco dedos lembrando a última bofetada do office boy. Ofegante, Clayton chega até seu rosto e vai enfiando de qualquer jeito o pau na boca do patrão, com uma única ordem, curta e grossa:
- Limpa!
Renato tenta tirar o pau da boca mas Clayton segura-o pela cabeça, forçando-o a salivar seu pau, sentindo o gosto de porra misturado com cu. Satisfeito, o negão saca o pau da boca de Renato, enxuga na camisa do empresário e diz:
- Valeu, amanhã estamos aí de volta.Vai se arrumando, despreocupado, chega perto de Renato e o faz novamente gemer, com outro selvagem beijo na boca. Fecha as cena com um tapa na cara do empresário dizendo:
- Não esquece, vc agora é minha femea... e vai saindo.
Renato, atonito, tenta se levantar do sofá, sentindo o corpo todo dolorido, melado da porra do macho. Veste-se de qualquer jeito, tenta ajeitar a camisa e procura a saída pelo estacionamento. Quer evitar ser visto.
O dia seguinte? Bom, no dia seguinte Clayton chega pra trabalhar normalmente. Vê o patrão andando meio mancando, e o encara, sem medo. Renato baixa a cabeça e vai até a copa. Enquanto toma água, sente uma mão forte apertando sua bunda enquanto ouve a voz mascula de Clayton falar no seu ouvido:
-Não adianta correr chefinho, hoje tem mais...

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Começando...

Olá amigos, esta é mais uma etapa na construção deste personagem que escreve contos eróticos (ou serão pornográficos?). Aqui vocês encontrarão em sequência e numerados os episódios já conhecidos da série "Comido Pelo Office Boy", que começou como uma brincadeira e acabou tomando corpo devido ao sucesso entre fãs do mundo virtual. Infelizmente, ou felizmente, a sua publicação e divulgação fugiu ao controle devido ao conhecido método criativo CtrlC+CrtlV, utilizado em larga escala pelos sites. Um dos objetivos deste blog é deixar claro que o conto não caiu do céu no espaço virtual, tem um autor, e este autor é Augusto Treppi. Além dele, serão publicados também outros contos ou comentários sobre assuntos pertinentes.
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