sábado, 27 de março de 2010

CAMA KING SIZE

de Igor Capezzi
Thiago, Felipe e Matheus são calouros em uma faculdade particular. Filhos de classe média, ficaram se conhecendo no cursinho pré-vestibular. Na verdade, Felipe e Matheus já tinham trombado na academia que frequentavam, mas até então não passavam de um cumprimento de cabeça ou um leve sorriso. A aproximação com Thiago só aconteceu mesmo no cursinho. Por mera coincidência os três sempre sentavam lado a lado na enorme sala estilo anfiteatro onde eram dadas as aulas. Essa proximidade involuntária acabou criando uma camaradagem, que foi se estreitando ao longo do preparatório. Os dois ratos de academia logo sentiram o potencial de Thiago, um nerdezinho sempre com as matérias na ponta da língua. Não tardaram a iniciar um grupo de estudos, sempre na casa de Felipe, que era maior e proporcionava altas sessões de cinema no final da tarde.
Não havia nenhuma rivalidade nerd/sarado. Os caras respeitavam o amigo franzino, que por sua vez aparentava admiração pelos amigos. A diferença entre os corpos dos caras era marcante.
Felipe brancão, 1.85, cabelos aloirados, olhos azuis, físico bem trabalhado, com o famoso tanquinho, braços e pernas musculosas, porém sem grande exagero.
Matheus não era tão branco quanto o colega. Moreno claro, cabelos pretos e expressivos olhos castanhos, que dependendo da luminosidade do dia aparentavam ser verdes. Também alto, ostentava grande massa muscular em seus 1.82. Embora menor que o brancão, aparentava mais estatura, pelo fato dele sim, ter o corpo mais avantajado às custas de muito ferro puxado.
Thiago, típico nerd, tinha meros 1.70 em um corpo mais magrinho, que pouco poderia ser descrito por estar sempre coberto por calças compridas, blusas largas, um estilo bem despojado, desprovido de qualquer vaidade.
Como no início da história já são calouros, obviamente seus estudos valeram a pena, passaram no vestibular e estão iniciando uma nova fase em suas vidas.
Na faculdade, os amigos mantêem a velha proximidade. Estudam na mesma sala e ressucitaram o grupo de estudos. Claro, isso não aconteceu logo de início. Os dois bombados rapidamente se enturmaram com seus iguais. Nessa fase da vida o que não faltam são festas, geralmente regadas a muita bebida, alguma droga e sexo, é claro. Não que desprezassem o antigo companheiro, mas Thiago nem sempre estava disposto a virar noite com provas e trabalhos para o dia seguinte. Resultado, fim do primeiro semestre, Felipe e Matheus pendurados em várias matérias. Agora sim, era a hora de ressucitar seu velho grupo de estudos.
Felipe foi o primeiro a tomar iniciativa. Meio sem graça, procurou o nerd para propor uma rodada de aulas de reforço, os três mosqueteiros de volta a ativa. Thiago, sempre alegre e receptivo quando sentia atenção da parte dos bonitões, logo abriu a guarda e marcou:
- Legal Felipe, vamos então na minha casa dessa vez, aparece lá às duas horas valeu? Pode deixar que eu combino com o Matheus.
Mal o loirão virou as costas, o rapazinho franzino correu atrás do segundo colega:
- Colé Matheus! O Felipe me falou da gente estudar, rola sim, vamos lá prá casa, já marquei com ele. Aparece ali pelas quatro horas beleza?
O bombadão ficou na maior alegria, afinal estava em situação pior ainda que Felipe. Retribuiu o gesto do nerdezinho com um abraço apertado, levantando-o no ar.
Quase sem folego, Thiago só esboçou um sorriso. Será que finalmente ia conseguir realizar o sonho acalentado há mais de um ano?
Duas horas em ponto o interfone tocou no apartamento. Ao ouvir a voz de Felipe, Thiago só disse, "sobe". Correu para a porta, abriu e ficou esperando o elevador chegar no final do corredor. O barulho do motor estacionando no andar provocou um frio na barriga. Caminhando, contra a luz do vitral do prédio, surgiu aquele deus viking. Alto, os cabelos loiros em desalinho, regata preta exibindo os braços fortes e tão branquinhos, short e tenis. A meia pequena deixava a vista tornozelos bem desenhados que finalizavam as pernas perfeitas cobertas de penugem clarinha, quase imperceptível.
O grandão também reparou no colega. Thiago se mostrava bastante diferente. Sem as largas roupas de costume, estava bem a vontade, de short, sem camisa e descalço. O nerd enganava bem. Assim, exibindo o corpo, revelava-se pequeno, porém firme, com alguns tímidos musculos saltando sob a pela branca. As pernas eram grossas, com grande volume de pelos negros, diferente do peito, que era lisinho e surpreendentemente definido, assim como a barriga reta, sem gomos, mas também sem protuberancias ou indesejáveis pneus.
Abrindo um largo sorriso Thiago estende a mão ao colega, que aperta em um cumprimento másculo, sem deixar de perceber a firmeza e o peso daquela mãozinha que até então julgava delicada.
- Colé, o Matheus já tá aí? - Não, não, você chegou primeiro... Era grande o esforço do baixinho para não dar bandeira da sua ansiedade. - Mas entra aí cara, ele deve tá estourando já. Quer beber alguma coisa, tá muito calor né? - Porra, nem fala bro. Cê tem refri aí?
Felipe também tentava disfarçar. Era óbvio que o amigo estava nervoso. E que roupas eram aquelas? Pô, o cara nunca tinha deixado aparecer um pedacinho de pele.
Nesse desacerto, os dois rapazes acabam se atrapalhando na porta e numa relada involuntária o grandão percebe um certo volume no short de Thiago.
Que isso? Será que esse moleque tá com tesão? Nada tão estranho assim, tanto Felipe quanto Matheus não eram exatamente santinhos. Já o nerd... será?
Ainda de quatro no chão da sala, sentindo a porra escorrendo do seu cu, o rapaz relembrava atônito os acontecimentos, como em um filme com a velocidade acelerada:
Ao abrir a geladeira para pegar refrigerante, sentiu duas mãos segurando seu pulsos com carinho, mas evidente firmeza, enquanto era encoxado por trás. Sem reação, deixou-se conduzir para o outro lado da cozinha, onde foi encostado na parede, o rosto pressionado contra o azulejo frio. Num instante já estava com a bunda nua, sentindo um cacete grosso e quente fazendo pressão contra ela. Incrível como não conseguia reagir, limitando-se a gemer e as vezes soltar um grito um pouco mais alto, ao levar uma mordida nas costas ou um aperto mais vigoroso na cintura. Pego pelos cabelos, teve a cabeça virada prá trás e sentiu a língua nervosa do parceiro invadir a sua boca. O mais impressionante era como aquela pegada era máscula, e não dava margem a qualquer tipo de atitude que não fosse seguir o ritmo daquele garoto que o dominava apenas com os toques firmes e olhares direcionados.
Um desses olhares apontando para o chão o fez ajoelhar-se. Agora estava frente a frente com o companheiro, porém na altura do seu cacete. Um leve movimento indicou o que deveria fazer em seguida. Ainda inseguro abriu de leve a boca recebendo o mastro vigoroso. Os movimentos do quadril do outro, a princípio leves, tornaram-se vigorosos, em estocadas profundas que chegavam em sua garganta. Em alguns momentos o ar faltava, o que fazia com que ele levantasse os olhos lacrimejantes, quase em expressão de súplica, recebendo de volta um olhar frio e intimidador. Percebia claramente que não tinha vez ou voz, a sua única opção era seguir o comando daquele que havia assumido o papel de macho com total segurança e empenho.
O boquete não durou muito tempo. Aquele garanhão queria mais. Segurando-o pelos cabelos fez com que o seguisse de quatro até a sala. O piso frio da cozinha foi substituído pela maciez de um tapete felpudo, que deu mais conforto aos seus joelhos.
Ainda de quatro, não ousava se levantar. Estava sob total controle do outro, que de pé o observava, sem dizer uma palavra. Aliviado, sentiu um toque carinhoso em sua cabeça e, entre envergonhado e tesudo, se atreveu a levantar novamente o olhar, encontrando um sorriso do macho. Sorriu de volta, sem saber direito o que fazer, completamente atordoado com a situação. Foi quando sentiu de novo a boca quente do amigo de encontro à sua, a lingua grossa forçando passagem entre seus lábios e se entregou ao beijo.
Alguns quadros do filme adiante, já se via com os pés prá cima, enquanto aquela lingua poderosa forçava outro buraco, literalmente fodendo o seu cusinho. Da língua ao dedo, sentiu a tora que conhecia pela chupada forçar o seu anel. A tentativa de protesto foi calada com um beijo quente, seguido de mamadas nos seus peitinhos endurecidos pelo tesão.
A sequência de metidas foi frenética. Seu parceiro revelava-se uma máquiina de foder. Os gemidos agora mais altos eram sufocados por beijos quentes e molhados, que aumentavam ainda mais o seu tesão. Como se o corpo flutuasse, logo se viu de quatro com o macho montado em cima, as pernas flexionadas, cobrindo-o feito uma cadela. O vigor das pistoladas era completado agora pelos puxões nos cabelos, funcionando feito uma rédea. Seus gemidos se tornaram soluços, tal o grau de excitação, quando sentiu a porra quente invadir suas entranhas, consumando o ato.
Ainda com a porra escorrendo do cu, acordou do devaneio com um chutinho de leve em sua panturrilha. Olhou de lado e viu o companheiro dizer, com um sorriso.
- Não fica aí parado bro, arruma logo que o Matheus já vai chegar e não quero que vocês se encontrem agora aqui em casa...
Trecho do livro "CAMA KING SIZE", de Igor Capezzi, à venda na loja Compre Livros GLS. Esta obra será lançada na Bienal do Livro de São Paulo 2010, mas até lá vocês já podem comprá-lo com preço promocional pré-lançamento: De R$ 26,90 por R$ 19,80!
E não se esqueçam, "DOMINAÇÃO - Sexo e Violência Transformando Uma Vida" continua a venda na loja Compre Livros GLS, basta acessar http://www.comprelivrosgls.com.br/ e comprar o seu, com FRETE GRÁTIS para todo o Brasil

domingo, 20 de setembro de 2009

MATÉRIA E ENTREVISTA!!

Olá amigos,
o site A Capa, um dos mais respeitados do meio gay, fez uma matéria muito legal sobre o livro DOMINAÇÃO. Ficamos bem contentes com isso, e também impressionados pelo nível profissional dos jornalistas de lá.
Quem quiser conferir, basta acessar o site, que também tem muitas notícias interessantes nas áreas cultura, moda, política, comportamento e tal. É uma revista eletrônica bem dinâmica.
Antes a matéria estava em destaque, mas lógico que agora já fez um giro, então está na área de cultura. Tem até uma entrevista do AUGUSTO TREPPI lá :-)
Para o site, é só acessar www.acapa.com.br
Agora para entrar direto na matéria, o link é:
Se não der certo com este link, entrem no site e no campo de busca digitem a palavra DOMINAÇÃO. A matéria sobre o livro está lá.

sábado, 25 de julho de 2009

LOBINHO (no banheiro) - 3

A noite toda foi tensa para Marcelo. Depois de se esforçar muito no trabalho de matemática, a expectativa do encontro com o amado era grande. Também era grande a expectativa quanto ao resultado do trabalho. O menino estudioso era bom em todas as matérias, inclusive em matemática, mas vai saber, podia ter passado por algum cálculo despercebido.
Bem cedo, ele se apronta para a aula. parece até que vai numa festa, tal o cuidado com a aparência. A mãe estranha a disposição, tão diferente do dia anterior. Ele sai antes dela, o que nunca costuma acontecer, porque ela entra cedo no trabalho. Como madrugou, ele chega na escola ainda deserta. Cumprimenta o porteiro e vê apenas alguns gatos pingados pelo pátio. Vai direto para o banheiro marcado, com um frio de ansiedade no estomago e o trabalho caprichado em um envelope, dentro da mochila. Naturalmente o banheiro determinado pelo colega é o mais deserto do colégio, raramente usado pelos alunos.
Marcelo entra em um reservado, abaixa a tampa do vaso e senta, esperando que a qualquer momento a porta se abra dando passagem ao objeto de sua paixão. Não precisa esperar muito, logo ouve passos firmes e apressados, a porta se abre. Mais uma vez, o encontro de olhares. Os olhos doces e ingênuos encontram os olhos profundos e intimidadores. Sem querer o menino tímido abaixa a cabeça, enquanto Lobinho olha de cima, sempre com ar arrogante.
- Fez o que eu mandei véi? O tom é firme e ao mesmo tempo casual, de quem tem certeza que foi obedecido.
- Tá aqui... a mãozinha trêmula estende o envelope, enquanto o olhar lânguido e apaixonado observa o macho, de bermuda, camiseta e tênis de skatista. Por toda brecha fogem pelos negros, fazendo jus ao apelido.
O garoto maior, mas mais delicado, também está de bermuda, camiseta e tênis da moda, porém seu corpo é bem lisinho.
- Valeu cara... agora porque você tá me olhando em pé? Véi, quando eu chegar, você ajoelha tá ligado? Não tem ninguém aqui. Se tiver gente perto, tá limpo, mas sozinho não quero você me encarando em pé não.
Clique no endereço abaixo e visite nossa loja:
www.comprelivrosgls.com.br
Meio confuso com a situação, Marcelo fica intimidado. Não tem ninguém por perto, a escola meio deserta e o banheiro isolado. Ao mesmo tempo, não só o medo faz com que ele se ajoelhe, de certa forma a situação dá tesão. Ele se sente submisso ao menino mau que tirou sua virgindade de forma tão violenta.
De joelhos, aos pés de Lobinho, o menino doce fica trêmulo. Não sabe o que pode vir agora. Espontaneamente, como que para se garantir, ele abaixa e beija de leve os pés do colega, que o olha de cima, com os olhos frios e penetrantes de sempre.
- É isso aí moleque, tô vendo que pra cara inteligente não precisa falar tudo. Bom, tem um presentinho prá você, abre o velcro da minha bermuda aí.
Com a mãozinha delicada e trêmula, ele abre o velcro e vê saltar o pau peludo do macho. Lobinho não se dá bem com cuecas, prefere sempre a bermuda direto por cima da pele.
- Chupa viadinho, vou te dar seu café da manhã.
De joelhos, o garoto doce coloca a boca no pau duro. Ele agora já conhece o gosto e para ele é incomparável. Quantas e quantas noites não tinha sonhado com o colega, quantos e quantos banhos não foram marcados pelas homenagens prestadas a ele, usando apenas a imaginação.O peludo não perde tempo. Sentir o hálito quente e a boca molhadinha do menino frágil despertam seu tesão animal. A mão já pega firme os cabelos do parceiro e ele mete com vontade, como se fosse entrar com o pau pela garganta adentro. De joelhos, Marcelo levanta os olhinhos lânguidos para seu macho, submisso e apaixonado, levando estocadas que o deixam sufocado.
O gozo chega em golfadas. Lobinho urra, sem medo de alguém ouvir ou não. Nestas horas, perde totalmente o controle. A boquinha do passivo recebe toda a porra, e num esforço não deixa escapar quase nada. O pouco que escorre para nos pelos negros do saco do menino bravo, e ele lambe rapidamente, engolindo tudo.
- Beleza véi, agora torce prá esse trabalho me dar 10, senão a coisa pode ficar feia pro seu lado. Com estas palavras, Lobinho guarda o pau e sai do banheiro, batendo a porta.

sábado, 18 de julho de 2009

LOBINHO (o dia seguinte) - 2

Na manhã seguinte, Marcelo não teve forças para levantar e ir pro colégio. Os olhos estão inchados, por ter chorado a noite inteira. Seu amor platônico tinha se tornado um desejo. Agora que tinha sentido o toque animal do colega, não conseguia parar de pensar nele. Seu pau até ardia ao lembrar de tudo o que tinha acontecido, e ao mesmo tempo seu coração enchia de tristeza por ter sido tão maltratado. Chorava cada vez que lembrava que provavelmente tinha sido usado pelo menino peludo. Chorava cada vez que pensava que provavelmente Lobinho já estaria com alguma menina, das muitas que o seguiam. Chorava cada vez que pensava nas fofocas que ouvia baixinho pelos corredores sobre as professoras, e principalmente, sobre o professor Maia.
Morando com a mãe, Marcelo passava as tardes sozinho em casa. Menino obediente, cuidava de tudo para aliviar o peso dela, que trabalhava fora o dia inteiro para sustentá-los. Ele que limpava, fazia comida, cuidava de tudo. Uma diarista dava faxina e lavava a roupa. Absorto na cozinha, adiantando o jantar, ouviu uma buzina na porta. Olhando pela janelinha, o coração ficou aos saltos. Montado numa moto, só de capacete e calção, Lobinho exibia o corpo peludo e os pés descalços, bem em frente a sua casa. Ele também estava só de shortinho e com uma camiseta meio grande, velha, os pezinhos delicados no chão. Tremulo de ansiedade, o garoto abre a porta, lançando os olhinhos doces na direção do macho. Já sem capacete, Lobinho encara com seu olhar profundo. Empurrando Marcelo para o lado, entra na casa.
CLIQUE NO LINK DA LOJA E COMPRE OS LIVROS:
"DOMINAÇÃO" - R$ 28,00
"CAMA KING SIZE" - Promoção Pré-Bienal - de R$ 26,90 por R$ 19,80
FRETE GRÁTIS PARA TODO O BRASIL!!
- Colé, porque você não foi na aula hoje? Pergunta, firme e frio como sempre. Na mão, a mochila vazia do colega, que entrega sem muitas delongas:
- Valeu, precisei dela prá levar uns troços. O garoto doce não encontra palavras. Segurando a mochila, que o outro não soltou, apenas olha lânguido para o homem que vê na sua frente. Um macho firme, seguro, tão diferente dele, sempre tão frágil e indefeso.
- Vai ficar aí parado moleque? E o meu beijo? Lobinho o puxa pela mochila para perto de si. Sem resistir, Marcelo cai nos braços peludos que o acolhem com firmeza. Fechando os olhinhos, sente a língua áspera abrir seus lábios e travar uma luta com sua linguinha tão delicada. Lobinho beija com vontade, enfia as mãos por dentro do shortinho e aperta firme a bundinha lisa do menino, que esquece tudo que passou nas mãos daquele predador e se entrega, deixando a paixão falar mais alto.
- Pede prá eu te comer... A voz do macho é firme.
- Me come... Responde o menino com voz baixa e meio afeminada.
- Não é assim! A resposta é seca, seguida de um tapa na cara.
- Você tem muito que aprender prá ficar comigo. Ajoelha!
Novamente sem saber reagir e novamente surpreso pelos maltratos, Marcelo ajoelha sem questionar, tremulo, os olhos doces rasos de lágrimas olhando com medo o menino mandão.
- Isso mesmo, agora beija meus pés. A ordem é firme, não deixa dúvidas.
Amedrontado, o garoto frágil se abaixa e beija os lindos pés do peludão. Ainda com a boca acariciando os pés do outro, ouve a nova ordem.
- Isso, agora pede, fala o que você quer...
Levantando os olhinhos doces e assustados, o rosto rosado pelo tapa que levou, o menino obediente pede, voz tremula:
- Me come... - Beleza, tá aprendendo. Lobinho fala firme como sempre, o olhar penetrante de encontro ao olhar lânguido do apaixonado.
- Agora vê se não mata mais aula véi, não quero precisar vir te buscar aqui tá ligado? Se eu precisar vir não vai ser legal prá vc...
Sem entender nada, Marcelo continua de joelhos, só concordando com tudo balançando a cabeça. Por dentro está pegando fogo, acaricia com as mãos fininhas os pés do macho, enquanto ouve ele falar, doido pra ser beijado de novo.
- Tô indo nessa, na mochila tem um trabalho de matemática que a vaca da professora passou prá amanhã. Você sabe que tô precisando de ponto, então vê se capricha. E cuidado com a letra, não vai dar uma de mané e dar bandeira tá ligado? Me entrega no banheiro, antes do sinal.
O garoto estudioso e doce não entende nada. Não ia ter sexo? As lágrimas brotam nos olhinhos. Incapaz de reagir, sua única arma era o choro.
- Que foi moleque? O tom de Lobinho é duro.
-Vai chorar de novo? Porra, você é pior que uma menininha. Faz o trabalho direito, me dá 10 nele e eu vejo o que você merece. Agora beija meu pé, anda! A última frase sai quase em um grito, que faz Marcelo estremecer.
Engolindo o choro, ele beija o pé do menino mandão. Está se sentindo usado de novo, mas vai fazer o que? O medo, a paixão e o tesão falam mais alto.
- Valeu véi, não esquece, amanhã, antes do sinal, no banheiro. Fui.
Lobinho sai batendo a porta. Inerte, de joelhos, ainda engolindo o choro, o menininho doce ouve o som da moto arrancar. Com surpresa, percebe que o pau está duro e a solução é ir bater uma no banheiro, pensando naquele corpo peludo pesando sobre o seu.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

PARA QUEM ESTÁ CHEGANDO AGORA

Atenção! Se você está chegando pela primeira vez aqui e não tem muito costume com leitura de blogs, uma dica básica: O blog publica de tras prá frente, ou seja, o que você está visualizando primeiro aqui são as últimas postagens. Boa leitura e não se esqueça de deixar comentários ok??

sábado, 20 de junho de 2009

LOBINHO (o encontro) - 1

Tomara que se divirtam com a saga do Lobinho e, já sabem, aguardamos comentários... :-)
Aos 18 anos, ele já tem o corpo formado de um homem. Não um homenzarrão, um cara normal, até meio baixo, 1.68, não muito forte, em torno de 62k e peludo, o que deu origem ao seu apelido, Lobinho. Nome real? José. Nome simples. Embora não tenha nada de excepcional, algo nele atrai os olhares. Não tem uma menina no colégio (está no segundo ano do ensino médio) que não queira ficar com ele. Talvez seja seu jeito sempre meio arredio, o olhar ao mesmo tempo arrogante e profundo, alguma coisa nele faz com que o tesão fique explodindo ao seu redor. E olha que o corpo é bem normal, as pernas com canelas meio finas, uma leve barriguinha peluda...bom, peluda como todo o corpo. Se teria um detalhe que chama a atenção? Sim, os pés. Pés de homem, másculos, porém limpos, sem manchas ou unhas estragadas.
Na escola, também estuda Marcelo. Mesma idade, menino branquinho, lisinho. Mais encorpado em altura, 1.80, olhos doces e cabelos compridos. Não é afeminado, mas um olhar mais desatento poderia até confundi-lo com uma menina. Sempre muito tímido, embora bonito, nunca se sentiu alvo do assédio feminino. Na verdade, ele também nunca se preocupou com as meninas. Seu olhar sempre teve uma direção: Lobinho. Sempre que o olhar doce de um encontra com o olhar arrogante do outro, vem um choque. Marcelo sente o olhar de Lobinho ameaçador. Já Lobinho, sente o olhar de Marcelo, numa palavra, "viadinho". Nas aulas de educação física, Lobinho se destaca principalmente no futebol, atividades de confronto físico. Marcelo por sua vez, prefere sempre ficar no banco, simulando contusões inexistentes.
Quis o destino que numa dessas, por um erro de cálculo, Marcelo se visse a sós com Lobinho no vestiário. O peludo era sempre o último a sair do banho, enquanto Marcelo distraído com o horário foi o último a buscar suas roupas. Entrando correndo atrasado, o menino doce dá de cara com a fera. Lobinho, nu, o corpo peludo, acabando de se enxugar. Nos olhares, o choque. Marcelo atordoado com aquele corpo másculo que o tirava do sério, Lobinho meio abismado com as coxas brancas e lisinhas do outro. Ele nunca tinha reparado no colega de short. Marcelo evita o olhar, e vai para o armário pegar sua mochila. Ao contrário, Lobinho o encara discaradamente. Algo naquele menino doce e delicado estava o atraindo. Sem disfarçar seu olhar de macho predador, intimida Marcelo, que sente como uma chama os olhos do outro sobre ele. Meio descontrolado com aquela situação, que mais uma vez exaltava sua timidez, Marcelo deixa as coisas caírem ao tentar sair rápido, com a mochila aberta. Bem cavalheiro, Lobinho se apressa a ajudá-lo a recolher livros, cadernos e uma infinidade de canetinhas coloridas espalhadas pelo chão. Engraçado, Lobinho anda somente com um caderno e uma caneta bic, nada mais.
A situação é inusitada. Lobinho, como macho despreocupado, nem se deu conta que está totalmente nu na frente do colega, ajudando-o a recolher suas coisinhas. Ele acha engraçado e pouco masculino ver tantos badulaques na mochila de um garoto. Marcelo, perturbado, mal consegue erguer os olhos, tentando se concentrar nos materiais espalhados.
Claro que a iniciativa partiria do macho... Absorto na sua tarefa, Marcelo sente a mão quente e máscula alisar seu rosto lisinho. Sem oferecer resistência, percebe o corpo ser puxado, pela nuca, e recebe o seu primeiro beijo. O garoto tímido sente o mundo rodar. A língua molhada que invade sua boca traz sensações nunca antes sentidas. Entre gemidos, vai amolecendo e se deitando, enquanto um corpo peludo vai subindo sobre ele, acariciando cada parte descoberta da sua pele lisinha, dando leves apertões na coxa que sobressaí do short curto de educação física.
Os olhos doces e lânguidos do menino bonzinho encaram o olhar penetrante do macho, que interrompe o beijo para encará-lo. Marcelo está nas nuvens, moleque virgem aos 18 anos, sente seus sonhos de punheta se realizando. Não foram poucas as homenagens que fez a Lobinho nos seus banhos demorados. Sua expressão é de paixão e fragilidade. O peludão encara-o sem dizer uma palavra. De volta a ação, começa a dar chupões em seus pescoço, enquanto enfia a mão sob sua camiseta, apertando os mamilos duros de tesão, arrancando gemidos. Ainda calado, com o olhar sério e penetrante, vai despindo o garoto tímido, que não esboça reação, perdido diante das iniciativas másculas do colega. As ações firmes são correspondidas por gestos cada vez mais lânguidos de Marcelo, que não oferece nenhuma resistência, até ficar completamente pelado no chão do vestiário, em meio aos seus materiais escolares espalhados. Com um pouco de brutalidade, Lobinho senta sobre seu peito, deixando o pau duro diante da sua boca. Pegando sua presa pelos cabelos, o macho suspende sua cabeça, e coloca o mastro firme em contato com seus lábios. Em êxtase, e com atitudes bem delicadas em contraste com o outro, Marcelo abre a boquinha rosada e recebe pela primeira vez um pau dentro dela. Justamente o pau que sempre sonhou. Lobinho mete com firmeza, movimentando os quadris e ao mesmo tempo a cabeça do menino. Seu pau atinge até a garganta do passivo, sufocando-o e provocando lágrimas nos seus olhos tão gentis. Lobinho não leva nada em conta, sua natureza selvagem se revela sobre aquele corpo lisinho, maior que o seu, mas totalmente a sua mercê. O gozo chega em golfadas, e Marcelo surpreso deixa escorrer pelo canto da boca. Foi aí que ele, depois de ganhar o primeiro beijo, depois de ter o primeiro pau na boca, levou o primeiro tapa na cara.
Assustado, o menino que nunca tinha apanhado nem dos pais, se encolhe e começa a chorar, incapaz de reagir. Não entende porque seu amor fez isso com ele. - Engole... foi a única palavra que ouviu, enquanto o pau duro recolhe a porra pelos cantos dos seus lábios, enfiando novamente em sua boca.
Chorando baixinho, o menino delicado engole tudo com medo, e sente o pau gozado se esfregando em seu rosto, deixando um rastro melado. Lobinho fica de pé, e ainda segurando seus cabelos, força-o a se levantar também. Com a firmeza de sempre, vira-o de costas e começa a encoxar a bunda lisa e meio feminina do colega. Marcelo soluça baixinho, num misto de decepção e medo. Não era assim que sonhava sua primeira vez com Lobinho. Na verdade, nem acreditava muito que haveria uma primeira vez, mas nos seus devaneios o ideal era de romantismo.Sem perder tempo em divagações, o garoto peludo empurra seu menino delicado até chegar na parede. Pressiona seu rosto com força no azulejo frio, com o pau já bem duro roçando seu cuzinho rosado. Com o pé másculo, empurra seus pés para as laterais, forçando-o a abrir as pernas. Não adianta negar, mesmo sendo virgem, Marcelo já fantasiara várias vezes a hipotética transa com o colega, mas nunca tinha pensado que seria violentado por ele daquela maneira. Seu jeito meigo e doce deixavam-no sem qualquer defesa. Ele sabia que naquele vestiário aconteceria tudo que Lobinho desejasse. O desejo do machinho era óbvio. Ele ia tirar o cabaço do garoto, como já tinha tirado de vários outros, e outras. Seu forte eram as meninas, não só as do colégio, mas mulheres de toda região conheciam o garanhão. Comentava-se sempre meio as escondidas que várias professoras tinham passado por aquelas mãos, e mais às escondidas ainda, que as notas boas de Lobinho em português não tinham muito a ver com conhecimento da matéria, mas sim do estranho domínio que exercia sobre o professor Maia, jovem recém formado que tinha começado a lecionar este ano.
Marcelo, pressionado na parede, sente o peito peludo roçar nas suas costas lisinhas. Virando sua cabeça de uma vez, o macho procura seus lábios, e mete a língua, beijando-o com uma virilidade que o leva novamente as nuvens. Parando de soluçar, o garoto doce se vê tomado por um desejo irracional. O pau duro na porta do cú, o corpo peludo pressionando o seu, a língua áspera dentro da sua boca, tudo lhe causa calafrios, e espontaneamente, sem planejar suas ações, começa a arrebitar a bundinha delicada, gemendo como uma fêmea, assumindo de vez seu papel na relação maluca que surgiu ali do nada, inesperada, dentro de um vestiário deserto.
Macho escolado, Lobinho interrompe o beijo. A mão forte tapa a boca de Marcelo, que com os olhos arregalados não entende bem o que está por vir. Forçando o pau duro feito um ferro, o garanhão inicia uma penetração lenta e dolorosa. Não há lubrificante nenhum com exceção dos fluídos naturais do pau e do cú. Marcelo tenta se debater, mas com uma mão firme Lobinho o mantém pressionado na parede, enquanto com a outra sufoca seus gritinhos apavorados.A tora dura vai desbravando seu caminho, rompendo preguinhas delicadas e cor de rosa. O passivo já tem o corpo amolecido, as pernas bambas, e as lágrimas correm pelo seu rosto. Impossibilitado de emitir sons, ele chora em silêncio, enquanto o colega solta grunhidos roucos em seu ouvido. O filete vermelho que escorre pela coxa branquinha provoca um leve sorriso em Lobinho. Com o dedo, recolhe um pouco daquele sangue e prova na ponta da língua, sentindo o gosto de mais uma virgindade que acabara de roubar. Ainda mais excitado, mete com vigor. O cuzinho rosado já cedeu bastante e os gemidos de Marcelo não são mais somente de dor. O menino solta gritinhos delicados em contraponto aos urros animais do macho que soca na sua bunda. Com as pernas muito bambas, ele não consegue mais se manter de pé, e aos poucos o corpo vai cedendo, até ficar de quatro no chão. Acompanhando seu movimento, Lobinho vai deixando que troque de posição, enquanto monta sobre ele, fazendo jus ao seu título de garanhão. O rapazinho frágil se esforça para sustentar o corpo mesmo com o peso do colega sobre ele. Sua pouca prática em atividades físicas não o torna um garoto exatamente forte e a dificuldade é grande para não cair de cara no chão. Em seu auxílio, Lobinho em parte o sustenta segurando-o com firmeza pelos cabelos, como se fosse realmente uma montaria.
O barulho do corpo peludo contra o seu enche de ecos o vestiário vazio, até que aumentando os urros Lobinho começa a encher seu cú de porra, enquanto ele geme e vai desfalecendo no piso frio. Terminam a transa de bruços, o peso do macho ainda sobre ele, e o pau que vai saindo aos poucos, deixando escapar a porra que vai melando sua bunda e suas coxas lisas. Marcelo fica completamente lânguido, bem molinho, enquanto Lobinho vira seu rosto para mais um beijo selvagem. Surpreendentemente carinhoso, o peludão fala baixinho em seu ouvido:
- Vamos tomar banho namoradinho...?
Ahn? Namoradinho? Será isso mesmo que ele ouviu? O garoto delicado e romântico sente o coração disparar. Esquece a brutalidade, esquece o tapa, esquece o cu sangrando, só uma coisa badala na sua cabeça, feito um sino "Namoradinho". Meu Deus, será que seus sonhos tinham se realizado? Será que aquele menino másculo, peludo, o mais desejado de toda a escola, estava "namorando" com ele? Ainda molinho, perdido nas mais agradáveis divagações, Marcelo sente Lobinho levantar, pegá-lo com carinho, mão firme, mas sem brutalidade, e o ajudar a se levantar. Novamente o olhar doce, e agora muito apaixonado de um, cruza com o olhar firme do outro. Lobinho encara prepotente, enquanto Marcelo baixa seu olhar, com um sorrisinho tímido. Segurando o rostinho imberbe, o peludão volta a beijá-lo, arranhando um pouco a pele delicada com aquela barba grossa que já tinha. A atitude máscula de um torna o outro ainda mais frágil. Pegando de leve o pintinho do menino, o macho faz apenas um movimento, o suficiente para jorrar a porra retida durante toda a transa, durante o tempo em que foi comido como uma fêmea. Na verdade, os paus dos dois são até semelhantes, mas a atitude dominadora de um frente à atitude submissa do outro fazem com que pareça um pauzão diante de um pintinho.
Lobinho apóia Marcelo, o menino pequeno sustenta o menino grande tão molinho depois de ter tomado no cú, e o leva para o chuveiro. Ali, lava seu cuzinho, de onde escorre uma porra rosada, misto da marca do macho com o sangue da virgindade perdida. Com o garoto doce nos braços, não para de beijá-lo, para em seguida, com olhar autoritário, apenas indicar o pau, novamente duro feito pedra. Obediente, Marcelo se ajoelha, com a água do chuveiro caindo em seu rosto, e abre a boquinha delicada, recebendo o mastro duro. Como sempre lânguido, levanta os olhinhos doces, e encontra os olhos penetrantes do parceiro, que faíscam de tesão. Lobinho não perde tempo. Novamente bruto, segura os cabelos do garoto indefeso e soca com vontade na sua boca até gozar em vários jatos. Com uma leve expressão de dor e se sentindo um pouco sufocado, Marcelo vai engolindo como pode a porra grossa que enche sua boca. Novamente levanta os olhinhos lânguidos, esperando um sorriso de aprovação. Lobinho com o mesmo olhar duro, limita-se a tirar o pau da sua boca para soltar sobre ele um liquido amarelo e quente.
Mais uma surpresa: o macho, o "namoradinho" estava mijando nele. Tudo estava sendo muito inesperado. Enojado, Marcelo tenta se levantar, mas Lobinho pisa firme em sua coxa, obrigando-o a permanecer de joelhos. Ao mesmo tempo segura firme seus cabelos impedindo que ele desvie o rosto. Sem saber reagir, o menino doce faz a única coisa que consegue, começa novamente a chorar baixinho, enquanto de pé o garoto másculo lava a sua cara com jatos de urina quente, que entram inclusive em sua boca. Sacudindo os últimos pingos, ele diz firme:
- Pronto, agora você já tem a marca do Lobo. Vê se termina seu banho que já tô chegando.
Sem dar muita atenção ao garoto ajoelhado, chorando baixinho, pega a toalha e enxuga superficialmente o corpo. Coloca apenas o calção, pega a mochila de Marcelo, derrama os restos do material no chão, e vai colocando camiseta, tênis, tudo lá dentro. Com os pelos úmidos e os cabelos molhados vai saindo, descalço e sem camisa, com a mochila nas costas.
Marcelo esfrega o corpo, sem conseguir conter o choro. Beijo, tapa, pau no cu, gosto de mijo e porra, tudo de uma vez só. Seus sonhos com Lobinho o levaram ao paraíso e ao inferno, de volta ao paraíso e de volta ao inferno, tudo em pouco mais de uma hora. Terminado o banho, enxuga bem, quase arranhando a pele delicada com a força que põe na toalha. Reúne e equilibra seu material espalhado pelo chão do melhor jeito que consegue e vai para casa.
No ônibus, por baixo dos óculos escuros, as lágrimas ainda descem. Por que seu amor tinha feito isso com ele?

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

COMIDO PELO OFFICE BOY (a marca do dono) - 34

Sequencia de (sem pensar no amanhã) - 33 ....................O barulho na porta fez com ele voltasse a cabeça para o lado, tentando ver o que estava acontecendo. O amante vinha se aproximando, só de cueca, com um rolo de fita adesiva na mão. Chegando perto da cabeceira da cama, abriu um sorriso enigmático, enquanto acariciava o rosto branco, de pele tão lisinha, cuidadosamente barbeado. Em seguida foi tirando a cueca, que rapidamente embolou enfiando dentro da boca do indefeso parceiro, imediatamente selada com a fita adesiva. De olhos arregalados, Renato entendia cada vez menos o que estava acontecendo. Só ouviu os passos pesados descendo rapidamente as escadas para novamente na correria retornarem ao quarto. Outra vez com a cabeça para o lado, o passivo pode ver algo que realmente lhe arregalou os olhos: Totalmente nu, com o pau duro apontando para cima, o negro se aproximava, agora com uma haste de cabo de madeira, cuja ponta brilhava em brasa. As tentativas de se defender foram inúteis. Aquele macho sabia bem como usar as cordas, e qualquer movimento se mostrava impossível. Gritar também estava fora de cogitação, tal a firmeza da mordaça, que permitia apenas alguns grunhidos. Se já era indefeso nas mãos do seu dono, agora então o empresário se encontrava totalmente a sua mercê. E foi assim que ele sentiu o calor se aproximando do seu corpo, aumentando o desespero...........................

"Comido Pelo Office Boy" VIROU um livro!!!! "Dominação" - Sexo e Violencia Transformando Uma Vida - é o romance baseado no conto. O livro está à venda na livraria: http://www.comprelivrosgls.com.br/. Quem se interessar terá toda a segurança e sigilo para adquirir o exemplar. FRETE GRÁTIS PARA TODO O BRASIL!

Clique na foto e compre o seu livro com total sigilo e frete gratis para todo o Brasil!